Filipenses capítulo 2

Publicado: 4 de junho de 2013 em Uncategorized
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Entre o Amor e a Justiça

Publicado: 21 de maio de 2013 em Uncategorized
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joão 3

Certo homem decidiu passear num parque extremamente arborizado próximo a sua casa. Levou sua esposa a quem amava e o seu único filho. Ao passar junto à área mais distante do parque, foram abordados por pessoas más, que além de espancá-los por prazer e adrenalina, levaram a sua esposa, a violentaram e a mataram, diante dos seus olhos. Depois disso, com requintes de crueldade, espancaram-no, mais uma vez, deixaram-no quase morto, mas suficientemente vivo para ver o esquartejamento do seu único e amado filho. Alguns minutos após a tragédia, levaram o homem extremamente ferido ao hospital. Seus ferimentos, desferido pela brutalidade dos golpes dos seus algozes, fizeram-no perder um olho, um baço, ter várias costelas quebradas. Mas, nada, absolutamente nada, representaram, diante da inestimável perda das pessoas mais inocentes e amadas da sua vida!

Meses depois, seus agressores são presos. No julgamento, aquele homem os reconhece e os acusa; as provas os incriminam. O advogado de defesa deles praticamente se ausenta no julgamento. O Ministério público os acusa e apresenta as provas. Eles, então, confessam o crime e pedem perdão ao Juiz. Diante de tal situação, o juiz, de maneira inesperada, os perdoa e os liberta sem pagar pelos crimes cometidos!

Essa parábola traduz uma grande injustiça! 

Diante dessa injustiça, como reagiria? O que você diria? Talvez dissesse que o julgamento foi comprado. Ou quiçá, e mais certeiramente, que o juiz é injusto! Em qualquer caso, a falta de pagamento fará com que haja injustiça! Afinal de contas, qualquer crime ou infração tem que ser pago, caso contrário, brotar-se-á um desequilíbrio, isto é, injustiça. Quando somos seriamente prejudicados buscamos justiça. A injustiça é um desequilíbrio que desequilibra.
Vivemos num mundo cheio de injustiças. Vivemos num mundo egoísta. Políticos ruins, os maus prosperam, infrações são cometidas sem pagamento por elas etc. Mas, toda e qualquer infração ou dolo pede ajuste de contas, pede equilíbrio, enfim, clama por Justiça.
Será diferente em relação as atitudes pecaminosas do homem?
Todas elas são mesquinhas, prejudiciais, egoístas, dolorosas e desequilibradoras. Todas elas ferem a santidade de Deus, ao outro, a si e desequilibram as coisas. Todas elas prejudicam. Alguém, argumentará: “se me drogo em que estou prejudicando a outrem?”. Bom, basta lembrar-se da dor de uma mãe, que sabe e vê seu filho definhar-se nas drogas, para compreender que não há pecado que não aflija e faça sofrer a si e a outrem.
No entanto, permita-me trazer o significado da parábola. 
Não se engane! Na parábola acima, não somos os injustiçados. Somos aqueles homens maus. Somos os violentadores e assassinos. Somos aqueles que agem com requintes de crueldade e, contumazes cegos, achamos que não fizemos nada de mais.
De ser assim, estamos todos diante de um dilema. Se Deus, o Juiz, nos perdoa sem pagamento pela infração, nega-se a si mesmo, pois será injusto. Se não nos perdoa, aplicando justiça sem misericórdia, também nega-se a si mesmo, pois será impiedoso. Diante disso, como conciliar e resolver o problema da justiça e a necessidade amorosa de salvar aqueles que se encontram perdidos, mas que, sem dúvida alguma, são malfeitores? Afinal, o prejuízo (ônus) deve ser arcado por alguém e a justiça requer pagamento pela infração cometida.
“A solução Divina, bendita e graciosa, de oferecer-nos perdão eterno não foi sem ônus e dor. O perdão genuíno é oneroso e doloroso” (Tim Keller). O perdão gracioso de Deus Pai vem por causa da cruz de Cristo. Logo a cruz que parece ser um entrave para muitos! Afinal, dizem: “Se era para dar-nos perdão, não bastava simplesmente perdoar? Não bastava ensinar e dar o exemplo de vida e depois subir aos céus?”. A resposta é não, pois afinal, o prejuízo (ônus) do pecado deve ser arcado por alguém e a justiça requer pagamento pela infração cometida. Assim, por amor, levou Jesus à cruz para pagar pelos nossos pecados e fazer justiça.
Nossas infrações levaram Cristo à cruz! Somos tão culpados da sua morte, quanto os seus algozes diretos! Seu sangue foi derramado como propiciação (cobertura) pelos nossos pecados (1 João 2:2). Essa é a razão pela qual Paulo afirma: “Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus. Mas, pela sua graça e sem exigir nada, Deus aceita todos por meio de Cristo Jesus, que os salva. Deus ofereceu Cristo como sacrifício para que, pela sua morte na cruz, Cristo se tornasse o meio de as pessoas receberem o perdão dos seus pecados, pela fé nele. Deus quis mostrar com isso que ele é justo. No passado ele foi paciente e não castigou as pessoas por causa dos seus pecados; mas agora, pelo sacrifício de Cristo, Deus mostra que é justo. Assim ele é justo e aceita os que crêem em Jesus” (Romanos 3:23-26).

Por Waldemir Lopes

Sem Palavras…

Publicado: 21 de maio de 2013 em Uncategorized
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Deus é Pai

Publicado: 14 de maio de 2013 em Uncategorized
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O início do século passado foi significante para uma mudança de mentalidade no mundo. Nas primeiras décadas do século XX, descobertas astrofísicas mudaram completamente o jeito de pensar das pessoas. Para que se possa ter uma ideia, até antes dessas descobertas, o Universo era visto e entendido como estático. 

 
A ideia científica de estática e ciclo universal, oriunda da filosofia grega antiga, tornava impossível a sustentação de uma criação ex-nihilo – uma criação vinda ou surgida do nada – tal como define a Bíblia. O universo estático, por lógica, acabava por corroborar a ideia de eternidade do Universo. Como foi dito, tudo isso foi mudado pelas novas descobertas científicas. 
 
A teoria da relatividade de Einstein, por exemplo, e as observações e cálculos de E. Hubble mostrou que o Universo não era nem estático, nem eterno. Ou seja, ele teve um início ou origem e continuava expandindo-se. Em conseqüência, a origem do Universo e, principalmente, o seu equilíbrio – a nível quântico e atômico – evidenciava uma inteligência por detrás da criação. 
 
No dia 24 de abril de 2010, ano do 20º aniversário do telescópio espacial Hubble, a NASA – Agencia Espacial Americana – ofereceu ao publico, umas das mais impressionantes fotografias espaciais do nosso Universo. A fotografia se refere a uma nebulosa da nossa galáxia: Carina. Rapidamente, a foto se converteu num ícone da astrofotografia por causa dos famosos e inconfundíveis “Pilares da Criação” a 7.500 anos-luz da Terra. 
 
Ao observar aquelas fotos impressionantes, nosso pensamento é imediatamente transportado a imensidão do Universo. Impressionantemente gigantesco. Povoado com milhões de estrelas e galáxias. O Universo segundo os textos hebraicos da Bíblia proclamam a gloria de Deus. O texto diz: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos” (Salmo 19:1). 
 
Deus criou os céus e a Terra. (Ele) “faz grandes coisas, que nós não compreendemos… pára e considera as maravilhas de Deus” (Jó 37:5,14). Um Deus tão grande poderia atentar para a nossa insignificância? Diante da sua grandeza e poder, Jó conclui: “Ao Todo-Poderoso, não o podemos alcançar; ele é grande em poder” (37:23). 
 
A conclusão de Jó deve ter surgido ao fazer uma comparação natural entre a Sua Imensa Grandeza com a nossa pequenez. Somos tão pequenos que não podemos alcançá-lo, concluiu o patriarca. O próprio salmista Davi chegou a questionar: “que é o homem, que dele te lembres? E o filho do homem, que o visites?” (Salmo 8:4). É muita grandeza para tamanha insignificância. 
 
Não obstante, quando analisamos a Bíblia vemos como um Deus tão grande e glorioso é ao mesmo tempo um Deus que se compraz em se relacionar e/ou interagir com a sua criação. Deus se compraz em estabelecer um relacionamento de proximidade e de amor para com os seus filhos. A isso chamamos de imanência. 
 
Deus é Transcendente. Sim, Ele se encontra para além dos limites da sua criação e é, ao mesmo tempo, Imanente. Essa é uma das características que o distingue de muitos deuses descritos por outras religiões mundanas. Para o agnóstico, por exemplo, a imanência de Deus é loucura; para o cristão, no entanto, é motivo de grande alegria. 
 
Deus se relaciona, ele se faz presente. Ele age. Ele atua de uma forma espetacular na vida dos seus. O conceito de paternidade de Deus é uma grande prova dessa atuação. 
 
Esse conceito de Proximidade é exclusivamente cristão. Jesus o introduziu de forma aberta e explícita nas suas mensagens. Apesar do conceito já perfilar em algumas declarações do Antigo Testamento, Jesus o elevou a categoria máxima para o homem. J. I Packer afirma a esse respeito: “Deus e a religião seguem sendo aquilo que eram. A revelação do Antigo Testamento sobre a santidade de Deus e a sua exigência de humildade no homem, está patente em toda a sua extensão, porém, algo novo é acrescentado; nos crentes do Novo Testamento aparece um novo fator na sua relação com Deus: Eles O tratam como PAI” (J.I. Packer, Conhecendo a Deus, cap. 19). De fato, quando Jesus introduziu o conceito de “Pai”, um escândalo deu-se para os judeus. 
 
Ele nos ensinou a orar: “Pai nosso que estás nos céus…” (S. Mateus ). A ideia presente no conceito de paternidade é muito maior do que se possa imaginar. O conceito de Pai indica aproximação, cuidado, carinho, afeto, amor, sacrifício pelos filhos, bem como condução, guia, orientação e educação. O apostolo Paulo enxergou na paternidade a ideia de uma aproximação sem barreiras. Ele chegou a afirmar aos Romanos: “Porque não recebeste o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual, clamamos: Aba, Pai”. (Romanos 8:15).
 
Esse conceito introduzido por Cristo foi repetido pelos apóstolos com veemência. Paulo ainda escreve aos Gálatas dizendo: “Deus enviou ao seu Filho… para que redimisse aos que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos” (Gl 4.4,5).
 
Deus é Pai, nosso Pai, ou como o apóstolo afirma, Ele é “Abba Pai” – i.e. nosso “Paizinho” – dito de maneira carinhosa por uma criança ao seu Papai.
 
Por Waldemir Lopes

mães

 A jovem mãe iniciava seus passos na estrada da vida.

“É longa a estrada?” – perguntou ela.

“Sim” – respondeu-lhe o guia. “O caminho é longo e cheio de dificuldades. Envelhecerás antes de chegar ao ponto final; mas será melhor que o início.”

E a jovem mãe sentia-se tão feliz que mal podia acreditar na possibilidade de dias melhores do que o presente. Então, brincava com os filhinhos, colhia-lhes flores ao longo do caminho, banhava-se com ele nas águas límpidas dos regatos; e o sol brilhava sobre eles; a vida era boa; aponto de que a jovem mãe exclamou: “Nada haverá mais belo, mais encantador do que isto!”

Desceu, então à noite; desabou o temporal; a estrada escura; os filhos, tremendo de frio e medo. A mãe, aconchegando-se a si, agasalhou-os com seu manto. As crianças, protegidas, murmuravam: “Ó mamãe, nada mais temeremos, pois estás conosco, e mal algum nos pode sobreviver”. Passado o temporal, a mãe exclamou: “O temporal foi tão valioso quanto o esplendor do dia, pois ensinei meus filhos a serem corajosos”.

Raiou a manhã seguinte. Eis uma montanha à frente. Começaram a subir. Os filhos sentiam-se cansados. A mãe sentia-se cansada também, mas animava-os a todo instante, dizendo-lhes: “Um pouco de paciência e chegaremos ao alto”. Assim, as crianças iam subindo, subindo… E ao chegar ao topo da montanha, disseram: “Não poderíamos subir e vencer sem o teu auxílio, mamãe”. E a mãe, ao deitar-se aquela noite, contemplando as estrelas no alto da montanha, exclamou: “O dia de hoje foi melhor que o de ontem, pois meus filhos adquiriram força nas dificuldades. Ontem, dei-lhes coragem, hoje, dei-lhes vigor!”.

E o dia seguinte raiou com estranhas nuvens que escureciam a terra. Nuvens de guerra, ódio, indiferença e desequilíbrio. Os filhos, caminhando às apalpadela, tropeçavam. A mãe animava-os: “Olhem para cima, elevem o seu olhar para Deus. Confiem Nele! Ele é o nosso Guia!”. E eles, erguendo os olhos, divisaram, além das nuvens, uma Glória Eterna que os guiou e os protegeu na jornada através da escuridão. E, ao findar aquele dia, exclamou a mãe: “Este, sem dúvida alguma, foi o melhor de todos os dias, pois revelei-lhes Deus”.

Iam-se passando os dias, as semanas, os meses, os anos… E aquela mãe chegou à velhice. Ela sentia-se definhada, curvada sob o peso dos anos. Mas, seus filhos estavam crescidos, fortes, cheios de coragem. E quando a estrada se tornava difícil, eles a auxiliavam; quando o caminho era áspero e pedregoso, tomavam-na nos braços, pois era delicada como uma pena. Depois de algum tempo chegaram a uma colina, e além dessa colina distinguiram uma estrada brilhante, terminada por largos portões dourados.

E a mãe exclamou: “Cheguei ao fim da jornada. Agora eu sei que o fim é melhor do que o princípio, pois meus filhos podem andar sozinhos e, assim, seus filhos depois deles”.

E os filhos lhe disseram: “Tu andarás sempre conosco, mamãe, mesmo depois de haveres atravessado os portões”. E eles esperaram, vigiando-a enquanto seguia sozinha, até os portões se fecharam. Então exclamaram: “Apesar de sua ausência, de alguma forma, ela ainda está conosco. Uma mãe como a nossa é mais do que uma memória. Ela é uma presença viva”.

Homenagem às mães pelo seu dia!

 

Adaptado da internet

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Há mais de 100 anos, um pregador britânico disse estas palavras abaixo. Leia, tire suas conclusões e aplicabilidade para hoje.

“A apatia está por toda parte.

Ninguém se preocupa em verificar se o que está sendo pregado é verdadeiro ou falso. Um sermão é um sermão não importa o assunto, só que, quanto mais curto, quanto menos tempo, melhor.

Muitos apenas estão preocupados consigo. Nos seus negócios e nos seus prazeres. Será que um homem que ama ao seu Senhor estaria disposto a ver Jesus vestir uma coroa de espinhos, enquanto ele mesmo almeja uma coroa de louros?

Haveria Jesus de ter ascendido ao trono por meio da cruz, enquanto nós esperamos ser conduzidos para lá em meio aos aplausos e carregado pelas multidões? Não seja tão fútil na sua imaginação!

Avalie o preço!

E se você não estiver disposto a carregar a cruz de Cristo, volte para a sua fazenda, aos seus negócios e tire deles o máximo que você puder, pois será o máximo que poderá fazer nesta e desta vida.

Mas, permita-me sussurrar em seus ouvidos. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (C.H. Spurgeon – 1834-1892).

 

Por Waldemir Lopes